“Escolhe um trabalho de que gostes e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida”

Confúncio.

Já todos ouvimos ou lemos esta frase não sei quantas vezes. E já muitos (eu incluída) pensámos “que cliché. se pudesse fazer só o que gosto. e as contas para pagar?”

Mas ela está muito certa. E certa em muitos níveis.

Devemos sim procurar fazer algo que nos dá prazer, que nos desafia. E se assim não é, perceber o porquê. É o trabalho? É a organização? São as pessoas? Somos nós e a fase da vida em que estamos?

Mas acima de tudo deveremos perceber o que queremos. O que vos move?

Ter objetivos claros definidos, seja a nível profissional ou pessoal, definir uma estratégia e mãos à obra. Pode ser uma mudança de carreira, trabalho social ou um hobbie. Interessa que tenha sentido para nós e que nos faça sentir que contribuímos para algo.

E por fim que tudo isto esteja em equilíbrio. Nunca antes se falou tanto de saúde mental e de burnout como nos últimos tempos. Stress crónico. Uma das doenças que mais nos afecta e que se manifesta de formas indirectas: não conseguir perder peso, não conseguir desligar depois de “sair” do trabalho, ver problemas e ameaças em todos os lados, querer estar só.