As escolhas que fazemos: melhores ou piores?

Um dos maiores desafios quando somos pais é cuidar da alimentação dos nossos filhos. Todos (pais, cuidadores, pediatras) se preocupam muito com o que um bebé come até ao primeiro ano de vida, mas depois vem a velha frase “já pode comer do mesmo que o resto da família” e descamba tudo… porque na maioria dos casos as escolhas da família não são as mais acertadas e, acredito eu, muitas das vezes por desconhecimento.

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Omelete redon, ou com restos de ontem

Há muitos anos, ainda no tempo da faculdade, um grande amigo ensinou-me o termo redon. Usado por ele quando o almoço na cantina da faculdade era empadão. Faz sentido: seriam os restos de ontem transformados.

Se nessa altura comer restos era chato, nos dias de hoje, e a gerir um orçamento e uma casa, qualquer desperdício é deitar, literalmente, dinheiro à rua. Principalmente se forem coisas boas e saudáveis. A omelete redon ajuda a transformar o que não daria para uma refeição completa num pequeno-almoço super nutritivo para dois.

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Organizar a semana, neste caso do zero!

Quando chega o final de semana o que menos queremos é estar a pensar na semana seguinte. Só que, o diabólico domingo traz consigo a dura realidade do regresso ao trabalho e à escola, com uma rotina tipicamente acelerada e em que o que menos apetece é chegar a casa todos os dias e pensar “o que raio vamos nós comer”. Muitas famílias optam por preparar (ou já ter feito antes) qualquer coisa para o jantar dos miúdos e depois de banhos, xixi e cama lá se trata dos adultos.

Quando a big M nasceu chegávamos a jantar às 23h00! Começou a introdução alimentar e havia toda uma preocupação por lhe dar carne ou peixe e ter tudo pré-preparado antes. Nessa fase nós comíamos muitas vezes salada, bife de frango ou uma massa… ou seja, muito pouca variedade e pouco nutritivo.

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