Caril “desenrasca”

Já falei aqui que por regra os jantares variam entre carne e peixe e têm dias fixos alinhados com a escola da big M.

Como só compro peixe para uma semana, caso algum dos pedidos falhe por falta de produto ficamos com as refeições mais “contadas”. Foi o que aconteceu há umas semanas quando na quinta-feira só tinha 10 camarões congelados e metade de uma posta de pescada (já cozinhada) que tinha sobrado de outro dia.

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Omelete redon, ou com restos de ontem

Há muitos anos, ainda no tempo da faculdade, um grande amigo ensinou-me o termo redon. Usado por ele quando o almoço na cantina da faculdade era empadão. Faz sentido: seriam os restos de ontem transformados.

Se nessa altura comer restos era chato, nos dias de hoje, e a gerir um orçamento e uma casa, qualquer desperdício é deitar, literalmente, dinheiro à rua. Principalmente se forem coisas boas e saudáveis. A omelete redon ajuda a transformar o que não daria para uma refeição completa num pequeno-almoço super nutritivo para dois.

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