Bolo com sabor a Frozen

Para o aniversário da baby M perguntei de que sabor queria o bolo. A resposta foi Frozen. Para a escola da Ana. Para casa da Elsa…

A irmã ainda a tentou convencer com chocolate… mas manteve-se fiel ao sabor “Frozen”.

Esta mãe puxou pela cabeça e pensou: vamos tentar algo para o azul… com cobertura branca!?

Ingredientes:

  • 300 gr de amêndoa sem pele trituradas
  • 200 gr de mirtilos
  • 200 gr de tâmaras demolhadas
  • 2 CS de óleo de côco
  • 5 ovos
  • 1 CC de bicarbonato de sódio

Para a cobertura e recheio:

  • 2 embalagens de queijo quark
  • 2 CS de xilitol
  • Morangos cortados em fatias finas
  • Cubos de côco

Preparação:

Pré aquecer o forno a 180C.

Juntar as tâmaras com os mirtilos e triturar num processador. Acrescentar os ovos e o óleo de côco e bater.

Por fim juntar as amêndoas trituradas e o bicarbonato. Envolver bem e levar ao forno cerca de 45-55 minutos.

Utilizei uma forma forrada como papel vegetal para ser mais fácil desenformar.

Deixei arrefecer completamente (fiz o bolo sábado à noite para servir no domingo de manhã) e cortei o bolo ao meio para poder rechear.

Bati o quark com o xilitol, coloquei uma cama no meio do bolo (1/4) seguida dos morangos fatigados. Em cima o restante bolo e cobri com o creme. Decorei com cubos de côco, que parecem cubos de gelo, e figuras: Elsa, Ana e Olavo.

O bolo teste desapareceu em 2 horas!

Iogurtes e “iogurtes”: parte II – côco e fruta

Depois da baby M nascer (2 filhas, 2 momentos de repensar a alimentação) fui ficando mais atenta ao regime Paleo. Tentei por duas vezes fazer, sem sucesso, o detox Paleo. Sozinha não tinha a motivação necessária para avançar e acabava por estragar tudo pelo 15º ou 20º dia…

Até que desafiada por duas amigas avançámos a 7 de Maio e com sucesso conseguimos fazer os 30 dias sem laticínios, sem leguminosas, sem cereais. Não foi assim tão difícil como parecia e toda a família acompanhou (em certa medida).

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Gelado do “bom”

Uma das grandes conquista (até ver!) com a big M são os gelados e chocolates. De certa forma, na “maturidade” dos seus 3 anos, já percebeu que tudo o que se vende fora de casa é “belheque” por estar carregado de açúcar. Por isso, nos restaurantes, supermercados e afins não pede e quando oferecem diz que não quer. Só quer do “bom” que a mamã faz em casa. Vamos ver até quando, mas para já é aproveitar esta onda.

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